É preciso cuidar de quem cuida. Foi com esse propósito que a Secretaria de Habitação da Prefeitura de João Pessoa promoveu, nesta terça-feira (1º), uma palestra para marcar a abertura do Setembro Amarelo, mês dedicado a campanha de conscientização sobre a saúde mental e o combate ao suicídio. A palestra teve como público-alvo os servidores da própria Semhab, proporcionando a eles uma melhor compreensão sobre as limitações pessoais que enfrentam no dia a dia e no desempenho profissional.
“O bem-estar de nossos colaboradores é fundamental para o bom desempenho da Secretaria. Por isso, aproveitamos a campanha do Setembro Amarelo para fazer uma reflexão sobre como está o lado psicológico de cada um, já que às vezes a pessoa está precisando de uma ajuda, uma orientação, e não sabe a quem deve procurar”, afirmou a secretária de Habitação, Socorro Gadelha.
O secretário Executivo de Habitação, Beto Pirulito, ressaltou que trabalhar o lado psicológico dos servidores é promover a humanização dentro da Semhab e, assim, oferecer um serviço de qualidade e humanizado ao público que procura a Prefeitura. “O nosso trabalho aqui na Semhab é acima de tudo promover a humanização no atendimento às pessoas. Mas para chegar ao objetivo desejado e cumprir a orientação do prefeito Leo Bezerra, nós precisamos cuidar dos nossos servidores”, frisou.
Palestra – A palestra foi ministrada pela psicóloga Jeanne Maria Vitório, que destacou a importância de se debater o tema, lembrando que o desequilíbrio da saúde mental pode levar a depressão e até o suicídio. “É preciso que tenhamos um olhar clínico sobre nossos amigos e ajudá-los a superar uma dificuldade que ele esteja enfrentando. Por isso precisamos saber como abordar e chegar perto do colega para oferecer ajuda”, comentou.
A diretora da equipe técnica e social da Semhab, Regina Franca, disse que é muito importante cuidar da saúde mental dos servidores, o que vai resultar numa prestação de serviço mais eficiente. “A palestra foi pensada para cuidar dos colegas que trabalham cuidando e atendendo as pessoas que chegam à Secretaria com uma carga emocional elevada, depressivas, com problemas financeiros. Nós temos que encontrar uma solução para os problemas delas, porque o serviço social é quem lida com o público, geralmente pessoas com diversos tipos de problemas”, observou.
